
{"id":88,"date":"2013-02-13T13:59:50","date_gmt":"2013-02-13T13:59:50","guid":{"rendered":"http:\/\/guitarexperience.com.br\/wp\/?p=88"},"modified":"2015-11-19T19:34:17","modified_gmt":"2015-11-19T19:34:17","slug":"handmade","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/guitarexperience.com.br\/wp\/?p=88","title":{"rendered":"HANDMADE"},"content":{"rendered":"<p><strong>Oficina HANDMADE \u00a0\u00e9 um espa\u00e7o destinado a dicas e curiosidades do mundo dos pedais.<a href=\"http:\/\/tomtoneefx.blogspot.com.br\/\">\u00a0<\/a><\/strong><\/p>\n<h3>\u00a0<a href=\"http:\/\/guitarexperience.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/Pedalboard-Douglas2a.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-2133 alignnone\" src=\"http:\/\/guitarexperience.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/Pedalboard-Douglas2a-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" \/><\/a><\/h3>\n<p><a href=\"http:\/\/tomtoneefx.blogspot.com.br\/\">http:\/\/tomtoneefx.blogspot.com.br<\/a><\/p>\n<h5 class=\"toggle active\">Sobre o Tom<\/h5>\n<div class=\"toggle-content\">\n<div class=\"block\">\n<p><a href=\"http:\/\/guitarexperience.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/tom.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-2116\" src=\"http:\/\/guitarexperience.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/tom-300x159.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"159\" \/><\/a><\/p>\n<p><em>A Tom Tone Effects surgiu por acaso, na realidade n\u00e3o \u00e9 minha profiss\u00e3o (at\u00e9 hoje) principal, como tocar guitarra sempre foi uma v\u00e1lvula de escape para o meu corrido dia a dia, vivia insatisfeito com os meus pedais de efeito, isso me fazia a pesquisar muito os setups dos meus \u00eddolos, e acabava meio que frustrado por n\u00e3o encontrar esse ou aquele pedal de boutique aqui no Brasil, ou se encontrava, custava o olho da cara, as vezes os 2 olhos.\u00a0<\/em><em>Algo que sempre me incomodou foi o alto custo que n\u00f3s brasileiros pagamos para se ter equipamentos e instrumentos de qualidade, l\u00e1 fora a grande maioria dos m\u00fasicos iniciam seus estudos e carreiras com equipamentos top, Fender, Gibson, Marshall, etc etc.<\/em><\/p>\n<p><em>E na minha \u00e9poca, uma guitarra Fender era como ETs, muitas pessoas diziam que existia, outras diziam que tinham visto, havia muitas fotos, mas nunca tinha visto pessoalmente, imagine tocar em uma, era um milagre.<\/em><\/p>\n<p><em>O investimento ent\u00e3o as vezes n\u00e3o compensava para quem s\u00f3 tocava por lazer e hobby. A solu\u00e7\u00e3o que encontrei foi montar os meus pr\u00f3prios custom shop. A eletr\u00f4nica at\u00e9 ent\u00e3o tinha ficado na minha adolesc\u00eancia, pois meu rumo me levou \u00e0 outros ramos de atividades, mas que ainda vivia latente em minha vida.<\/em><br \/>\n<em>Sempre procurei os pedais com refer\u00eancia de timbre que me agradavam, e com a ajuda do meu professor de guitarra Kl\u00e9ber K.Shima que me dizia com propriedade se um pedal ou outro soava bem ou n\u00e3o.<\/em>\u00a0<em>O Kl\u00e9ber sempre foi um grande incentivador para que eu come\u00e7asse a vender os pedais, inclusive muitos dos alunos dele compraram meus pedais muito tempo antes mesmo da Tom Tone nascer.<\/em><\/p>\n<p><em>No Final do ano passado resolvi por pura brincadeira criar um facebook da Tom Tone com uma foto de um dos meus pedais, de um dia para o outro apareciam 100 solicita\u00e7\u00f5es para adicionar, chegou ao ponto que resolvi unir um desejo antigo de oferecer pedais custom shop compat\u00edveis ao mercado l\u00e1 fora com pre\u00e7os dentro da realidade brasileira, mas para isso precisaria trabalhar muito e ainda continuo trabalhando muito pois o maior problema aqui \u00e9 justamente qualidade nos componentes e pe\u00e7as. Acho que estou conseguindo, mas tenho que admitir que \u00e9 muito dif\u00edcil.<\/em><\/p>\n<p><em>Eu sempre digo, monto os pedais como se fossem para meu uso pr\u00f3prio, se quero o melhor para mim, quero para os meus clientes com certeza, foi assim e vai ser assim at\u00e9 o fim.<\/em>\u00a0<em>Digo que tenho amigos e n\u00e3o clientes, e quem j\u00e1 me conhece sabe que falo a verdade, trato todos como amigos realmente.<\/em><\/p>\n<h5>FONTE DE ALIMENTA\u00c7\u00c3O \u2013 O PULM\u00c3O DOS PEDAIS PARTE 1<\/h5>\n<div class=\"single-thumb\"><a class=\"preview-icon\" href=\"http:\/\/guitarexperience.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2012\/02\/tom_handmade.jpg\" rel=\"prettyPhoto\"><img loading=\"lazy\" class=\"fadeover wp-post-image\" src=\"http:\/\/guitarexperience.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2012\/02\/tom_handmade-620x270.jpg\" alt=\"\" width=\"620\" height=\"270\" \/><\/a><\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<p><strong>PARTE I \u2013 FONTES LINEARES X FONTES CHAVEADAS<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div>\n<p>Resolvi escrever sobre as fontes de alimenta\u00e7\u00e3o porque tenho percebido certas d\u00favidas freq\u00fcentes sobre fontes lineares e fontes chaveadas, sem contar na eterna reclama\u00e7\u00e3o de interfer\u00eancias de rede nos pedais de efeitos.<\/p>\n<p>Esse assunto requer mais que uma simples postagem, mas nessa primeira parte vou procurar explanar de maneira simples e direta as vantagens e desvantagens entre fontes lineares e fontes chaveadas.<\/p>\n<p>A Ideia n\u00e3o \u00e9 fazer com que se entenda a teoria e a parte t\u00e9cnica, mas sim compreender as diferen\u00e7as entre ambas e poder aplicar no dia a dia de maneira a obter o melhor rendimento poss\u00edvel do seu setup, mas isso implica em conhecer alguns conceitos b\u00e1sicos.<\/p>\n<p>Primeiramente vamos entender o que \u00e9 corrente alternada e corrente cont\u00ednua.<\/p>\n<p>A energia dispon\u00edvel nas nossas tomadas (110V ou 220V) s\u00e3o o que chamamos de corrente alternada, que de forma gr\u00e1fica podemos visualizar como uma onda senoidal com ciclo positivo e ciclo negativo. (Figura 1)<\/p>\n<p>Figura 1<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/guitarexperience.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/figura1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-1998\" src=\"http:\/\/guitarexperience.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/figura1.jpg\" alt=\"figura1\" width=\"229\" height=\"169\" \/><\/a><\/p>\n<p>A energia que alimenta a maioria dos pedais de efeitos (9V, 12V, 18V e at\u00e9 24V) s\u00e3o o que chamamos de corrente cont\u00ednua, o que nada mais \u00e9 do que do que uma corrente alternada reduzida \u00e0 uma voltagem menor e ret\u00edficada (explicarei mais adiante), o que graficamente podemos enxergar como uma linha cont\u00ednua de tens\u00e3o uniforme (Reta). (Figura 2)<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/guitarexperience.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/figura2.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-1999\" src=\"http:\/\/guitarexperience.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/figura2.jpg\" alt=\"figura2\" width=\"313\" height=\"181\" \/><\/a><\/p>\n<p>(Figura 2)<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div title=\"Page 2\">\n<div>\n<div>\n<div>\n<p>Pode ter ocorrido de algumas pessoas terem conectado fontes de alimenta\u00e7\u00e3o de corrente alternada nos pedais, tal fato geralmente provoca a queima dos componentes do pedal.<\/p>\n<p>Somente os pedais de efeitos que necessitam de corrente alternada para funcionar \u00e9 que podem ser conectados com fonte de alimenta\u00e7\u00e3o de corrente alternada, isso porque geralmente possuem uma ponte retificadora para convers\u00e3o interna para corrente cont\u00ednua. (Geralmente pedais valvulados ou pedais antigos).<\/p>\n<p>A tens\u00e3o reduzida e retificada pode ser fornecida de 2 maneiras b\u00e1sicas: Por baterias ou pilhas ou por uma fonte de alimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As baterias e pilhas representam uma fonte de alimenta\u00e7\u00e3o limpa, sem interfer\u00eancias por n\u00e3o estarem conectadas \u00e0 nossa rede el\u00e9trica, que diga-se de passagem que \u00e9 muito ruim, cheio de \u201cparasitas\u201d, ru\u00eddos e interfer\u00eancias. A desvantagem desse tipo de alimenta\u00e7\u00e3o \u00e0 cadeia de efeitos do seu instrumento \u00e9 que ela \u00e9 cara (uma bateria por pedal) e pouco funcional, pois sempre precisamos estar atentos ao fato de quando as baterias est\u00e3o com pouca carga necessitando serem substitu\u00eddas, com risco de comprometer uma GIG ou um show por problemas de falta de carga nas baterias. Sim, tal fato que pode \u00e0s vezes ser solucionado desligando o efeito (no caso dos true bypass) mas o que n\u00e3o podemos fazer quando o pedal em espec\u00edfico n\u00e3o \u00e9 true bypass e que necessita da bateria mesmo estando no modo desligado para passar o sinal \u00e0 diante restando somente a op\u00e7\u00e3o de retirar o pedal totalmente do setup.<\/p>\n<p>Outra maneira e mais comum utilizada, s\u00e3o as fontes de alimenta\u00e7\u00e3o, que nos fornecem toda a energia necess\u00e1ria para alimentar nossa cadeia de efeitos.<\/p>\n<p>At\u00e9 pouco tempo atr\u00e1s, s\u00f3 existiam fontes de alimenta\u00e7\u00e3o lineares para essa utilidade. As fontes lineares necessitam basicamente de um transformador para converter a tens\u00e3o prim\u00e1ria (110\/220V) para uma tens\u00e3o menor e mais pr\u00f3xima ao necess\u00e1rio para funcionamento do seu pedal (geralmente de 9V), esses transformadores mesmo para fornecimento de consumo baixo tem a desvantagem de serem volumosos em compara\u00e7\u00e3o aos utilizados em fontes chaveadas.<\/p>\n<p>Com o avan\u00e7o da tecnologia a fonte chaveada que exige um projeto mais elaborado tornou-se mais barato possibilitando a utiliza\u00e7\u00e3o dele em diversos aparelhos eletr\u00f4nicos.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do tamanho e peso reduzidos, as fontes chaveadas conseguem ter um rendimento muito superior em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s fontes lineares.<\/p>\n<p>Mas ent\u00e3o podemos concluir que as fontes chaveadas s\u00e3o as melhores para utilizarmos nos pedais de efeito?<\/p>\n<p>Na minha opni\u00e3o N\u00c3O. Explico:<\/p>\n<p>As fontes chaveadas s\u00e3o mais suscet\u00edveis a interfer\u00eancias eletro magn\u00e9ticas (EMI) e ou a ru\u00eddos da rede el\u00e9trica, Emiss\u00e3o de r\u00e1dio interfer\u00eancias e ru\u00eddos provenientes do chaveamento de alta freq\u00fc\u00eancia.<\/p>\n<p>Para evitar essas interfer\u00eancias s\u00e3o necess\u00e1rias blindagens e um circuito mais complexo e bem mais elaborado o que acaba por encarecer o produto final.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div title=\"Page 3\">\n<div>\n<div>\n<p>As fontes chaveadas ao meu ver s\u00e3o \u00f3timas solu\u00e7\u00f5es para aparelhos eletr\u00f4nicos que n\u00e3o sejam t\u00e3o sens\u00edveis aos ripples do chaveamento, e nem para as interfer\u00eancias, cito o exemplo de carregadores de baterias.<\/p>\n<p>Quando falamos de pedais de efeitos anal\u00f3gicos estamos falando de timbre e de respostas que derivam de v\u00e1rios fatores, tudo \u00e9 uma somat\u00f3ria: guitarra, captadores, cordas, palhetada, vibrato, cabos, pedais e amplificadores, e tudo isso de alguma forma influencia no resultado final, e a alimenta\u00e7\u00e3o dos seus pedais ao meu ver n\u00e3o \u00e9 diferente.<\/p>\n<p>Montei um quadro comparativo entre as vantagens e desvantagens de cada tipo de fonte, levando em considera\u00e7\u00e3o \u00e0s caracter\u00edsticas que interessam no caso dos pedais. (Figura 3)<\/p>\n<p>Novamente refor\u00e7o que a inten\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 definir qual \u00e9 a melhor fonte, e sim definir qual \u00e9 a fonte mais adequada para os pedais de efeitos.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div><a href=\"http:\/\/guitarexperience.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/figura3.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-2000\" src=\"http:\/\/guitarexperience.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/figura3.jpg\" alt=\"figura3\" width=\"579\" height=\"258\" \/><\/a><\/div>\n<div>\n<div>\n<p>Figura 3<\/p>\n<p>Por essas caracter\u00edsticas na minha opni\u00e3o as fontes lineares s\u00e3o as mais adequadas para as a alimenta\u00e7\u00e3o dos pedais.<\/p>\n<p>Sem contar que as fontes chaveadas na realidade n\u00e3o tem uma retifica\u00e7\u00e3o linear cont\u00ednua, ela apresenta pequenos picos provenientes ao chaveamento, mesmo depois de retificada na Figura 4 podemos ter um comparativo das formas de ondas encontradas nas fontes lineares e chaveadas, note na onda final que vai para a alimenta\u00e7\u00e3o do seu pedal, enquanto a fonte linear fornece a tens\u00e3o cont\u00ednua (linha reta) a chaveada fornece pequenos picos quadrados provenientes do chaveamento.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div><a href=\"http:\/\/guitarexperience.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/figura4.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-2001\" src=\"http:\/\/guitarexperience.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/figura4.jpg\" alt=\"figura4\" width=\"629\" height=\"414\" \/><\/a><\/div>\n<div>\n<p>Figura 4.<\/p>\n<p>Por isso acredito que os ouvidos mais apurados sintam uma leve altera\u00e7\u00e3o no timbre dos seus pedais quando se utilizado fontes chaveadas, se voc\u00ea se deparou com essa sensa\u00e7\u00e3o, n\u00e3o pense que est\u00e1 ficando louco, isso pode realmente acontecer, uma perda nos agudos, um timbre levemente mais magro, podem ser provenientes da alimenta\u00e7\u00e3o chaveada, quero dizer que n\u00e3o se trata de voltagem ou pot\u00eancia insuficiente, mesmo estando regulada, filtrada e com a pot\u00eancia adequada, pode ocorrer essa leve altera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Outro fator que demonstra minha opni\u00e3o \u00e9 a fragilidade da fonte, j\u00e1 presencie fontes chavedas queimarem por motivo de curto acidental dos plugs de alimenta\u00e7\u00e3o, quando encostaram no chassis dos pedais ou do pedalboard.<\/p>\n<p>N\u00e3o quero de maneira alguma promover uma ca\u00e7a \u00e0s bruxas, mesmo porque muitos utilizam as fontes chaveadas e se sentem completamente satisfeitos, mas se estiver encontrado dificuldades em resolver certos ru\u00eddos, ou altera\u00e7\u00f5es no timbre, aconselho que olhem com certo cuidado para as suas fontes, ela pode estar te fornecendo muito mais que alimenta\u00e7\u00e3o ao seu setup.<\/p>\n<p>Em outra pr\u00f3xima oportunidade falarei sobre loop de aterramento, alimenta\u00e7\u00e3o tipo margarida ou individual, e outros assuntos que n\u00e3o entraram nesse post.<\/p>\n<h5>O PULM\u00c3O DOS PEDAIS \u2013 PARTE 2<\/h5>\n<div>\n<div>\n<div>\n<p>TIPOS DE SA\u00cdDAS DAS FONTES<\/p>\n<p>As fontes de alimenta\u00e7\u00e3o com ramifica\u00e7\u00f5es independentes e isoladas e sem aterramento comum s\u00e3o os mais apropriados, pois n\u00e3o conectam todos os pedais e os campos de for\u00e7a todos juntos criando um loop de aterramento.<\/p>\n<p>Isso ocorre nos casos de fonte em formato margarida, e ressaltando tamb\u00e9m a possibilidade de algum mau contato em alguma parte de cabo e dessa forma comprometendo as liga\u00e7\u00f5es \u00e0 frente.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/guitarexperience.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/Cabos-fontes3.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-2848\" src=\"http:\/\/guitarexperience.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/Cabos-fontes3.jpg\" alt=\"Cabos fontes3\" width=\"576\" height=\"384\" \/><\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<p>Fontes com ramifica\u00e7\u00f5es e aterramentos isolados al\u00e9m de n\u00e3o conectarem todos os campos de \u00e1udio e for\u00e7a possibilita a utiliza\u00e7\u00e3o das demais liga\u00e7\u00f5es em caso de alguma delas apresentarem algum defeito.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/guitarexperience.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/Fonte-Voodoo.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-2847\" src=\"http:\/\/guitarexperience.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/Fonte-Voodoo.jpg\" alt=\"Fonte Voodoo\" width=\"499\" height=\"234\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<p>LOOP DE ATERRAMENTO<\/p>\n<p>TERRA, GROUND, MASSA, NEGATIVO E OUTROS PALAVR\u00d5ES<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<p>Um loop de terra ocorre quando existe mais de um caminho de aterramento. O caminho duplo<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<p>forma o equivalente ao loop de uma antena, que muito eficientemente capta as correntes de<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<p>interfer\u00eancia. A resist\u00eancia dos terminais transformam essa corrente em flutua\u00e7\u00f5es de<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<p>voltagem, e por causa disso a refer\u00eancia de terra no sistema deixa de ser est\u00e1vel, e o ru\u00eddo<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<p>aparece no sinal.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div title=\"Page 2\">\n<div>\n<div>\n<div>\n<p>Quando pensamos em alimenta\u00e7\u00e3o do setup podemos pensar em uma fonte unificada para alimentar todo o setup de pedais que al\u00e9m de ser mais sofisticado pode ser tamb\u00e9m mais funcional do que se usar uma r\u00e9gua de alimenta\u00e7\u00e3o e ligar diversas fontes de alimenta\u00e7\u00e3o em separado. Um detalhe importante a se levar em considera\u00e7\u00e3o \u00e9 o TERRA (GROUND, MASSA, ATERRAMENTO), entenda que TERRA n\u00e3o \u00e9 a mesma coisa que o NEGATIVO de sua fonte de alimenta\u00e7\u00e3o, apesar de em alguns casos os 2 estarem ligados juntos.<\/p>\n<p>Portanto de modo simplificado o TERRA<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<p>\u00e9 um caminho condutor da corrente entre um circuito<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<p>el\u00e9trico para a Terra. O aterramento tamb\u00e9m garante a prote\u00e7\u00e3o aos sinais de modo comum e<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\u00a0tamb\u00e9m prote\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a tens\u00f5es perigosas. A tend\u00eancia natural de correntes el\u00e9tricas \u00e9<\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<p>seguir o caminho da Terra, local onde ela se anula (cargas opostas se atraem\u2026)<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<p>Como exemplo b\u00e1sico podemos citar os raios, eles s\u00e3o uma descarga de cargas positivas que<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<p>procuram o caminho \u00e0 terra, portanto o caminho mais curto entre essa carga positiva \u00e0 terra<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<p>ser\u00e1 utilizado como condutor ideal para isso. Esse \u00e9 um dos motivos de evitarmos as \u00e1rvores<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<p>ou locais altos onde se torna mais curto esse caminho \u00e0 terra, ou mesmo em um campo plano<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<p>no qual o simples fato de estarmos de p\u00e9 nos torna esse caminho mais curto.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<p>O TERRA ent\u00e3o (teoricamente) encontra-se sempre Neutro e a ele atribu\u00edmos o valor 0 (zero)<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<p>volts e portanto \u00e9 al\u00e9m de ser uma refer\u00eancia para ponto de medida de potenciais pode ser<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<p>tamb\u00e9m refer\u00eancia el\u00e9trica para tens\u00f5es e sistemas de proten\u00e7\u00e3o e escoamento de excesso de<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<p>cargas (sobrecargas e sobretens\u00f5es).<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<p>O NEGATIVO (CARGA NEGATIVA) de uma fonte de alimenta\u00e7\u00e3o nem sempre implica em um valor nominal de 0 (zero) Volts, isso porque ele poder\u00e1 ter carga negativa (el\u00e9trons) na mesma propor\u00e7\u00e3o de part\u00edculas de seu POSITIVO (CARGA POSITIVA) (Pr\u00f3tons). Por exemplo + 9Vcc e \u20139Vcc. Note a indica\u00e7\u00e3o nas pilhas por exemplo com sinal de + e sinal de -, se o Negativo fosse 0Vcc n\u00e3o haveria necessidade de se indicar carga pois zero n\u00e3o tem carga positiva ou negativa.<\/p>\n<p>Outra informa\u00e7\u00e3o importante \u00e9 lembrar o porque do pino de terra em nossos amplicadores, e mais importante ainda nos valvulados ondem as tens\u00f5es internas chegam aos 500Vac e com o agravante de amperagem muito alta, isso facilmente poder\u00e1 provocar a marte em caso de choque acidental.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de ajudar em muito na redu\u00e7\u00e3o de ru\u00eddos, ele serve como prote\u00e7\u00e3o em caso de alguma sobrecarga de tens\u00e3o em seu equipamento, escoando a tens\u00e3o para terra pois se torna melhor condutor que seu corpo.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil encontrar algu\u00e9m que j\u00e1 tenha arrancado literalmente esse pino por achar importuno ou inc\u00f4modo andar com adaptadores, deixando assim \u201cuniversal\u201do seu plug de for\u00e7a do amplificador, tal atitude o deixa desprotegido em caso de curto e tamb\u00e9m n\u00e3o ajudar\u00e1 na redu\u00e7\u00e3o dos ru\u00eddos.<\/p>\n<p>O mais correto nesses casos \u00e9 ter adaptadores de tomadas, pricipalmente hoje onde as novas normas brasileiras alteraram o padr\u00e3o nacional de plugs, e como na maioria dos amplificadores apresentavam plug com padr\u00e3o americano isso j\u00e1 ser\u00e1 necess\u00e1rio.<\/p>\n<p>Vale lembrar que o uso desses adaptadores tamb\u00e9m n\u00e3o significa que o seu TERRA est\u00e1 conectado, pois geralmente esse adaptadores s\u00f3 possuem termina\u00e7\u00f5es ligadas somente no pinos de for\u00e7a, o TERRA morre dentro do adaptador.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<p>Na parte III falarei sobre Blindagem e ru\u00eddos provenientes das fontes de alimenta\u00e7\u00e3o e Aterramento, um motivo de tormento para muitos, principalmente quando utilizam muito drives, mas n\u00e3o poderia entrar nesse assunto sem passar por esse assunto antes.<\/p>\n<p>A id\u00e9ia aqui continua em tentar explicar de maneira simples mas que possa ser compreendida por todos inclusive os mais leigos no assunto, portanto me desculpem aos mais entendidos se utilizei de linguagem e forma muito simples e pouco detalhada.<\/p>\n<p>Espero ter ajudado um pouco para aqueles que procuram melhorar seu setup e tirar o m\u00e1ximo dos seus equipamentos e talento.<\/p>\n<p>Abra\u00e7o e at\u00e9 a pr\u00f3xima !<\/p>\n<p>Tom (tone)<\/p>\n<h5>FONTES DE ALIMENTA\u00c7\u00c3O O PULM\u00c3O DOS PEDAIS \u2013 PARTE III<\/h5>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"center\">O PULM\u00c3O DOS PEDAIS \u2013 PARTE III<\/p>\n<p>BLINDAGEM, RU\u00cdDOS E OUTROS FANTASMAS<\/p>\n<p>Um dos grandes problemas encontrados pelos m\u00fasicos em busca do som perfeito, s\u00e3o as freq\u00fcentes interfer\u00eancias que surgem entre o instrumento e o som final nos amplificadores. Esses indesej\u00e1veis ru\u00eddos, iniciam-se desde da capta\u00e7\u00e3o em seu instrumento, passando pelo seu setup e culminando em seu amplificador.<\/p>\n<p>Podemos citar algumas fontes de ru\u00eddos<\/p>\n<ul>\n<li>EMI \u2013 Interfer\u00eancia magn\u00e9ticas<\/li>\n<li>RFI \u2013 Interfer\u00eancias de Radio freq\u00fc\u00eancia (zumbidos, cliques, programas de r\u00e1dio e hash no \u00e1udio)<\/li>\n<li>Caminhos de Fuga nos terminais de entrada e sa\u00edda do sinal<\/li>\n<li>50Hz\/60Hz (rede el\u00e9trica)<\/li>\n<\/ul>\n<p>Um dos grandes vil\u00f5es desse drama real \u00e9 o ATERRAMENTO, que em muitas vezes nos traz \u201cHumming\u201d\u00a0 at\u00e9 acompanhado de harm\u00f4nicos.<\/p>\n<p>Uma guitarra, com problemas no sistema de aterramento pode j\u00e1 gerar uma grande gama de ru\u00eddos, lembrando para os amantes dos captadores single coils que o humming natural de seu funcionamento j\u00e1 \u00e9 um tipo de ru\u00eddo.<\/p>\n<p>Podemos notar facilmente isso quando n\u00e3o estamos em contato com as partes met\u00e1licas da guitarra, quando podemos ouvir um ru\u00eddo constante que \u00e9 cortado ao encostarmos nela. Com esse exemplo podemos perceber a import\u00e2ncia do aterramento no som final.<\/p>\n<p>Nos deparamos constantemente quando vamos tocar em algum local com uma grandes diversidade de tipos e qualidades de instala\u00e7\u00f5es el\u00e9tricas. Geralmente o que encontramos \u00e9 tomadas sem aterramento adequado quando n\u00e3o, com tomadas simples sem liga\u00e7\u00e3o do terra.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/guitarexperience.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/tomadas.gif\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-4903\" src=\"http:\/\/guitarexperience.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/tomadas.gif\" alt=\"tomadas\" width=\"426\" height=\"211\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ouvi muitas pessoas desprezarem o pino do terra (que confesso em muitas vezes nos atrapalha) menosprezando o seu real valor e utilidade. Acontece que as cargas el\u00e9tricas podem ser negativas ou positivas e sempre procuram um caminho para encontrar cargas opostas. A circula\u00e7\u00e3o dessas cargas el\u00e9tricas, atrav\u00e9s de uma conex\u00e3o \u00e0 terra, evita que a\u00a0<a title=\"Corrente el\u00e9trica\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Corrente_el%C3%A9trica\">corrente el\u00e9trica<\/a>\u00a0circule pelas pessoas, evitando que elas sofram choques el\u00e9tricos. A exist\u00eancia de um adequado sistema de aterramento tamb\u00e9m pode minimizar os danos em equipamentos, em casos de curto-circuitos. Por isso todo projeto bem elaborado e montado deve ser dotado de um bom sistema de aterramento, o que minimiza os efeitos destrutivos de descargas el\u00e9tricas e eletrost\u00e1ticas em nossos equipamentos el\u00e9tricos.<\/p>\n<p>Outro erro grave \u00e9 a liga\u00e7\u00e3o equivocada do pino FASE e NEUTRO, esse erro em equipamentos mais sens\u00edveis pode provocar grandes danos, pois se estiverem ligados em tomadas diferentes vai criar uma troca de cargas entre os 2 pinos.<\/p>\n<p>A tens\u00e3o do TERRA se estiver ligeiramente diferente entre 2 equipamentos permite que o \u201cHumming\u201d do 50Hz\/60Hz flua pelo seu equipamento gerando\u00a0 o Loop de Terra, \u00e9 como se tiv\u00e9ssemos uma antena poderosa captando o \u201cHumming\u201ddos campos magn\u00e9ticos dos cabos de for\u00e7a, por isso o TERRA tem que ser unificado e com o m\u00e1ximo de aterramento poss\u00edvel, evitando assim diferentes valores de TERRA.<\/p>\n<p>O TERRA perfeito tem que apresentar um potencial de zero volt absoluto, e recebe esse nome justamente porque obtemos um terra ideal instalando uma barra de ferro no solo. A Terra \u00e9 uma fonte inesgot\u00e1vel de el\u00e9trons e por isso se algum equipamento sujar essa conex\u00e3o ela ser\u00e1 sempre anulada mantendo sempre o potencial el\u00e9trico zero.<\/p>\n<p>Muitos adaptadores simplesmente isolam o terminal de terra (Figura 1), o que na realidade acaba por ser tornar a mesma coisa que retirar o pino do TERRA, o podem acreditar que j\u00e1 muita gente fazer isso !<\/p>\n<p>O correto seria utilizar um adaptador onde se permite conectar-se um fio (Figura 2) e se aterrar \u00e0 algum local seguro, pode n\u00e3o ser um TERRA ideal, mas com certeza proporcionar\u00e1 uma seguran\u00e7a ao m\u00fasico.<\/p>\n<p>Esse procedimento poder\u00e1 j\u00e1 surtir efeitos positivos em rela\u00e7\u00e3o aos ru\u00eddos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Figura 1 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Figura 2<a href=\"http:\/\/guitarexperience.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/t1.gif\"><br \/>\n<\/a><a href=\"http:\/\/guitarexperience.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/t2.gif\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-4906 alignright\" src=\"http:\/\/guitarexperience.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/t2.gif\" alt=\"t2\" width=\"195\" height=\"136\" \/><\/a><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-4905 alignleft\" src=\"http:\/\/guitarexperience.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/t1.gif\" alt=\"t1\" width=\"196\" height=\"147\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Certamente muitos j\u00e1 se depararam ou j\u00e1 presenciaram algu\u00e9m tomando choque ao tocar no microfone enquanto est\u00e1 segurando a guitarra, isso ocorre por diferen\u00e7a de aterramento possivelmente entre o amplificador da guitarra e a mesa de som, tal fato \u00e9 resolvido igualando o terra entre os dois, por exemplo ligando o return do amplificador \u00e0 uma entrada da mesa, assim os terras se unificariam eliminando a diferen\u00e7a de terras e conseq\u00fcentemente o choque.<\/p>\n<p>Voc\u00ea deve estar se perguntando qual \u00e9 a diferen\u00e7a entre neutro e terra j\u00e1 que os dois teoricamente deveriam ter valores potenciais zero.<\/p>\n<p>O que acontece \u00e9 que o neutro apesar de ser fornecido com potencial zero \u00e0 nossa tomada, ao passar por outros equipamentos eletr\u00f4nicos ligados \u00e0 ele, pode sofrer vazamento de tens\u00f5es, \u201csujando\u201d assim o neutro com alguma fuga de tens\u00e3o.<\/p>\n<p>Por exemplo, digamos que o neutro por algum vazamento passe a ter 2 volts e n\u00e3o zero, e se medirmos os dois pinos de uma tomada 110 Volts ela passar\u00e1 a ter uma leitura de tens\u00e3o 108 volts, pois \u00e9 medido a diferen\u00e7a entre 2 p\u00f3los de refer\u00eancia. Os equipamentos el\u00e9tricos n\u00e3o sofrem com essas pequenas diferen\u00e7as, mas assim como ocorre vazamento de tens\u00e3o, o neutro tamb\u00e9m est\u00e1 suscet\u00edvel \u00e0 vazamentos de interfer\u00eancias eletro-eletr\u00f4nicas que em muitos casos s\u00e3o captados pelos pedais e amplificadores, o que representa uma fonte de ru\u00eddos.<\/p>\n<p>Um erro muito comum \u00e9 a conex\u00e3o do fio terra ao neutro que tem fun\u00e7\u00e3o diferente. Este procedimento, em vez de proteger, pode agravar os riscos pois muitas vezes acabam transferido tens\u00f5es vazadas do neutro \u00e0 liga\u00e7\u00e3o do terra e conseq\u00fcentemente \u00e0 toda suas liga\u00e7\u00f5es de terra do setup.<\/p>\n<p>Outro ponto de sua cadeia de sinal onde o TERRA pode influenciar nos \u201cHummings\u201d \u00e9 os cabos, pois est\u00e3o sujeitos aos efeitos dos campos magn\u00e9ticos e eletrost\u00e1ticos, inclusive irradiados pelas fia\u00e7\u00f5es de energia existentes nas pr\u00f3prias paredes, um cabo com boa blindagem deixa seu sinal mais protegido, mas em rela\u00e7\u00e3o aos cabos vamos tratar como um cap\u00edtulo \u00e0 parte.<\/p>\n<p>Espero que com esses 3 artigos eu possa ter esclarecido um pouco sobre um dos maiores problemas enfrentados pelos m\u00fasicos, nunca \u00e9 demais eu deixar claro que n\u00e3o estou aqui para esgotar tudo sobre esse tema, e sim ajudar a entender um pouco do que se passa com seu som durante a jornada pelo seu setup de maneira simples e de f\u00e1cil entendimento.<\/p>\n<p>Um grande abra\u00e7o \u00e0 todos!<\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Oficina HANDMADE \u00a0\u00e9 um espa\u00e7o destinado a dicas e curiosidades do mundo dos pedais.\u00a0 \u00a0 http:\/\/tomtoneefx.blogspot.com.br Sobre o Tom A<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on get_the_excerpt --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on get_the_excerpt --><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":90,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[18],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/guitarexperience.com.br\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/88"}],"collection":[{"href":"http:\/\/guitarexperience.com.br\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/guitarexperience.com.br\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/guitarexperience.com.br\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/guitarexperience.com.br\/wp\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=88"}],"version-history":[{"count":16,"href":"http:\/\/guitarexperience.com.br\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/88\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1170,"href":"http:\/\/guitarexperience.com.br\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/88\/revisions\/1170"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/guitarexperience.com.br\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/90"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/guitarexperience.com.br\/wp\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=88"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/guitarexperience.com.br\/wp\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=88"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/guitarexperience.com.br\/wp\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=88"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}