
{"id":341,"date":"2013-07-29T22:59:21","date_gmt":"2013-07-29T22:59:21","guid":{"rendered":"http:\/\/guitarexperience.com.br\/wp\/?p=341"},"modified":"2015-09-11T23:01:09","modified_gmt":"2015-09-11T23:01:09","slug":"estreando-com-tudo-por-rafael-ferraz","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/guitarexperience.com.br\/wp\/?p=341","title":{"rendered":"Estreando com tudo! (Por Rafael Ferraz)"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/guitarexperience.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/1069085_146231158909479_1105765598_n-460x261.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-342\" src=\"http:\/\/guitarexperience.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/1069085_146231158909479_1105765598_n-460x261.jpg\" alt=\"Plexiheads\" width=\"460\" height=\"261\" srcset=\"http:\/\/guitarexperience.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/1069085_146231158909479_1105765598_n-460x261.jpg 460w, http:\/\/guitarexperience.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/1069085_146231158909479_1105765598_n-460x261-300x170.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 460px) 100vw, 460px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>Ter no seu primeiro trabalho gravado um punhado de \u201cRiffs\u201d bacanas, solos bem feitos, boas melodias, e participa\u00e7\u00f5es mais que especiais, \u00e9 por si s\u00f3 algo que j\u00e1 chama aten\u00e7\u00e3o nos dias de hoje. Sem d\u00favida \u00e9 algo digno das grandes bandas de Rock. E \u00e9 assim que come\u00e7a a hist\u00f3ria do Plexiheads. O que era de in\u00edcio para ser um trabalho solo do m\u00fasico Luiz Sacoman acabou tomando um formato de banda e, possivelmente, esse formato fez com que o resultado final fosse um disco com aquela atmosfera de banda de rock, onde se pode perceber a influ\u00eancia de todos os m\u00fasicos que resulta em um s\u00f3 som, consistente e forte, como tem de ser o bom e velho Rock n\u2019 Roll. \u00a0Acompanhe agora um papo bacana com o guitarrista e vocalista do Plexiheads, Luiz Sacoman, sobre esse trabalho. Como foram realizadas as grava\u00e7\u00f5es, obten\u00e7\u00e3o de timbres, equipamentos, e dicas para voc\u00ea que tem banda e n\u00e3o sabe muito bem por onde come\u00e7ar a trabalhar.\u00a0<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Pra come\u00e7ar, fale sobre o in\u00edcio do Plexiheads, como a banda come\u00e7ou?<\/strong><br \/>\n<em>Inicialmente era pra ser um trabalho solo. Comecei a compor no est\u00fadio, a partir de uns riffs que eu j\u00e1 tinha e outros que foram surgindo. Era uma \u00e9poca muito produtiva, mas senti falta de compor com uma banda de verdade.<\/em><br \/>\n<em>Foi ent\u00e3o que dei uma parada nas sess\u00f5es de est\u00fadio e resolvi chamar os amigos. Falei com o guitarrista Fred Berlowitz, que foi essencial na pr\u00e9-produ\u00e7\u00e3o e composi\u00e7\u00f5es.<\/em><br \/>\n<em>Dei um al\u00f4 pro baterista Athos Costa (ex-Zero), amigo de longa data e pro baixista Norton Lagoa (ex- Burmah), um dos melhores baixistas de rock que conhe\u00e7o. O Fred teve que sair da banda logo ap\u00f3s a grava\u00e7\u00e3o por motivos contratuais com outra banda. Uma pena, mas ele ir\u00e1 participar de alguns shows como convidado. Depois da grava\u00e7\u00e3o, pouco antes da sa\u00edda dele, o organista Jimmy Diniz Papon entrou para a banda.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E qual o motivo da escolha do nomePlexiheads?<\/strong><br \/>\n<em>\u00c9 uma brincadeira com palavras em alus\u00e3o aos amps de guitarra da \u00e9poca de Jimi Hendrix. Um nome sonoro e tamb\u00e9m com uma conota\u00e7\u00e3o l\u00fadica. Imagino logo umas cabe\u00e7as de acr\u00edlico, no estilo da capa do \u00e1lbum Deep Purple In Rock.<a href=\"http:\/\/guitarexperience.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/24437_523603361023423_288056168_n.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-3778 alignright\" src=\"http:\/\/guitarexperience.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/24437_523603361023423_288056168_n.jpg\" alt=\"24437_523603361023423_288056168_n\" width=\"346\" height=\"320\" \/><\/a><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como decidiram o direcionamento sonoro que o som do \u00e1lbum teria?<\/strong><br \/>\n<em>Pens\u00e1vamos em fazer um \u00e1lbum de blues, mas por termos escolhido um produtor com maior experi\u00eancia com bandas de metal, o que na verdade fez com que as musicas soem mais pesadas, mas o resultado final nos agradou bastante.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Onde foram feitas as grava\u00e7\u00f5es?<\/strong><br \/>\n<em>Gravamos no Est\u00fadio Fus\u00e3o (do produtor Thiago Bianchi). A masteriza\u00e7\u00e3o foi feita no Abbey Road, lend\u00e1rio est\u00fadio de Londres.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0O trabalho em banda parece que acaba trazendo uma atmosfera \u201cfamiliar\u201d presente na maioria dos grandes cl\u00e1ssicos do rock. Acha que isso o fez decidir por transformar o projeto solo em banda?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Certamente. Compor em grupo traz as caracter\u00edsticas de cada integrante e isso fica impresso nas composi\u00e7\u00f5es. N\u00e3o me agrada muito compor 100% de uma m\u00fasica \u201cem laborat\u00f3rio\u201d. No final, quando voc\u00ea vai tocar pra valer uma destas composi\u00e7\u00f5es feitas em cima de bateria eletr\u00f4nica e no ambiente de est\u00fadio, algo acaba n\u00e3o soando bem. O fator humano faz falta na hora de decidir levadas, respira\u00e7\u00e3o no canto, precis\u00e3o na execu\u00e7\u00e3o de riffs e solos.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Falando em timbres e abordagem na guitarra, quais caracter\u00edsticas voc\u00ea destacaria no seu estilo em rela\u00e7\u00e3o ao estilo do Fred Berlowitz?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>O Fred estava numa fase \u201cfuzz\u201d, com um timbre mais vintage e eu sempre tive uma tend\u00eancia mais \u201chigh-gain\u201d. O Fred tamb\u00e9m adicionou detalhes de slide aos sons, dando a eles um sabor especial.<\/em><br \/>\n<em>Apesar de diferentes, nossos timbres se completaram.<\/em><br \/>\n<em>Eu vinha ouvindo muito alguns guitarristas com forte base no blues como Doyle Bramhall II, David Grissom, Kenny Wayne Shepherd, Johnny Lang, entre outros e isso certamente influenciou muito meu estilo no disco. O Fred \u00e9 uma parab\u00f3lica sonora (risos). Seu vasto repert\u00f3rio e diversificada influ\u00eancia fazem que seus solos soem desde George Harrison a Nuno Bittencourt por exemplo.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quais equipamentos voc\u00eas utilizaram no disco?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Levamos um verdadeiro exagero de amps. A id\u00e9ia era experimentarmos ao m\u00e1ximo.<\/em><br \/>\n<em>Foram cabe\u00e7otes Orange, Marshall, Soldano, caixas com diversas configura\u00e7\u00f5es e falantes, mais alguns amps vintage como um Fender Super Reverb ano 1966 todo original. N\u00e3o variamos demais nas guitarras que foram essencialmente Stratos e Les Paul e em poucas faixas o Fred utilizou uma semi-ac\u00fastica. Muitos pedais como o Rotosphere da Hughes &amp; Kettner (simulador de caixa Leslie), AnalogMan Sunface (fuzz), Wah Dunlop Jerry Cantrell, Elite Tone Fuzz\/Octavia, TC Electronic Nova Delay, entre outros.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/guitarexperience.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/734799_479917905391969_1843673675_n.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-3783 alignleft\" src=\"http:\/\/guitarexperience.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/734799_479917905391969_1843673675_n.jpg\" alt=\"734799_479917905391969_1843673675_n\" width=\"346\" height=\"259\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O que te agrada nesses equipamentos?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Depois de muito experimentar, escolhemos o que mais agradou, e no final gravamos muitos solos no Fender Super Reverb porque gostamos do som vintage que ele proporcionou sem o menor esfor\u00e7o. As grava\u00e7\u00f5es onde usamos caixas 4\u00d712 foram feitas com uma Orange com 4 Celestion Vintage 30. Na minha opini\u00e3o a melhor 4\u00d712 do mercado. Ela pesa 50 Kg contra os 37 Kg de uma Marshall 1960, mas o som compensa o inconveniente do peso. Gosto muito das reedi\u00e7\u00f5es e minha Les Paul predileta \u00e9 a 1960 Reissue ou R-Zero com Burstbuckers 1 e 2. As Stratos reissue tamb\u00e9m nos agradam mais. Usamos uma 1960 e outra 1968 Heavy Relic. Cordas Ernie Ball .010 e o Fred .011, o Norton tbm \u00e9 do time da Ernie Ball com .45.\u00a0<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Comente sobre as participa\u00e7\u00f5es especiais no disco.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>As participa\u00e7\u00f5es no disco deram um toque t\u00e3o especial que ap\u00f3s termos o material pronto, mudamos alguns arranjos ao vivo e chamamos o incr\u00edvel organista Jimmy Diniz Papon para a banda. Inicialmente quer\u00edamos alguns Hammonds e o Daniel Latorre gravou 5 faixas com timbres maravilhosos de eu C3 em uma Leslie original no est\u00fadio Sound Finger. Depois disso achamos que algumas m\u00fasicas pediam mais teclas e chamamos o Luciano Le\u00e3es para colocar pianos Wurlirzer e Hammonds em outras faixas. Adoramos o resultado ! Quer\u00edamos tamb\u00e9m um solo de slide e logo pensamos em chamar nosso amigo e meu professor de blues Marcos Ottaviano. Ele gravou em um s\u00f3 take, um dos solos mais bonitos de slide que j\u00e1 ouvi ! A grava\u00e7\u00e3o foi no Z&amp;O Est\u00fadio do querido Amleto Barboni.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>A participa\u00e7\u00e3o da Orquestra de Heliopolis na The Voice of a Shanty Town foi algo incr\u00edvel. Quando compusemos esta faixa cuja letra conta a hist\u00f3ria de um cara que nasceu em uma favela e descobre na m\u00fasica uma vida melhor, j\u00e1 t\u00ednhamos a id\u00e9ia de chamar a orquestra para participar do CD, mas isso nos parecia algo muito dif\u00edcil e distante. Por coincid\u00eancia, conheci o pessosl do Instituto Baccarelli atrav\u00e9s de amigos e conseguirmos a incr\u00edvel participa\u00e7\u00e3o de um quarteto formado por jovens que moram em Heliopolis e j\u00e1 viajaram o mundo atrav\u00e9s da Orquestra de Heli\u00f3polis. Foi uma honra t\u00ea-los em nosso disco e esperamos incluir a participa\u00e7\u00e3o do quarteto em algumas de nossas apresenta\u00e7\u00f5es especiais.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Falando em letras, voc\u00eas optaram pelo ingl\u00eas. Inclusive todo o texto do encarte do disco est\u00e1 em ingl\u00eas. Fale um pouco sobre os motivos dessa escolha.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Optamos pelo ingl\u00eas porque acreditamos que isso far\u00e1 com que nossas m\u00fasicas atinjam pessoas em todo o mundo.\u00a0<\/em><br \/>\n<em>Tamb\u00e9m por sermos uma banda 100% independente, n\u00e3o t\u00ednhamos inicialmente perspectiva de lan\u00e7ar tiragens com capas distintas (portugu\u00eas e ingl\u00eas).\u00a0<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Logo de cara na faixa \u201cFriends Like Ghosts\u201d, assim como nas demais faixas, tem o que alguns chamam de \u201csom de banda gringa\u201d, o que ao meu ver \u00e9 um elogio, referente a qualidade do \u00e1udio e o peso do som. O estilo de som tamb\u00e9m parecia\u201cpedir\u201d letras em ingl\u00eas.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Fico muito feliz em saber que o trabalho causa essa impress\u00e3o. Certamente isso reflete um pouco o tempo de estrada que cada um tem individualmente.\u00a0<\/em><br \/>\n<strong>A arte da capa do disco nos remete ao bom humor, que tamb\u00e9m faz parte da \u201ctem\u00e1tica\u201d de muitas bandas de rock n\u2019 roll. Esse \u00e9 o tipo de tema que mais o atraia nas bandas que o influenciaram?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Na verdade a id\u00e9ia da capa surgiu a partir de uma piada interna da banda. Como tenho sempre algum som, CD ou v\u00eddeo novo pra mostrar pros amigos de banda, eles come\u00e7aram a me chamar de Luiz \u201cLet me show you Something\u201d. Pra rebater a brincadeira, resolvi comp\u00f4r uma m\u00fasica com este t\u00edtulo e acabou dando a id\u00e9ia para o nome do \u00e1lbum.<\/em><br \/>\n<em>O clima da banda se sobrep\u00f4s \u00e0s nossas influ\u00eancias.<\/em><br \/>\n<em>Foi ent\u00e3o que recorremos ao Gabriel B\u00e1, um dos maiores quadrinistas do Brasil (ganhador do pr\u00eamio Eisner, o Oscar dos quadrinhos) e ele fez um trabalho fant\u00e1stico.<\/em><br \/>\n<em>O Studio Abbey Road dispensa apresenta\u00e7\u00f5es.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como foi ter o disco do Plexiheads masterizado em um ambiente t\u00e3o significativo para a hist\u00f3ria do Rock?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>A masteriza\u00e7\u00e3o tem uma import\u00e2ncia enorme pois faz com que as m\u00fasicas soem bem em quase todos os tipos de reprodutores sonoros.<\/em><br \/>\n<em>Achamos que a escolha do Steve Rooke, que masterizou nomes da m\u00fasica como Page &amp; Plant, Beatles, entre outros, trouxe uma vibra\u00e7\u00e3o vintage e real\u00e7ou detalhes de maneira surpreendente. Ap\u00f3s a mixagem j\u00e1 gost\u00e1vamos do resultado, mas a masteriza\u00e7\u00e3o realmente elevou a qualidade do \u00e1lbum a outro n\u00edvel.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como tem sido a divulga\u00e7\u00e3o do disco?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>A PLEXIHEADS ainda n\u00e3o fez shows de lan\u00e7amento oficialmente mas faremos uma s\u00e9rie de shows neste segundo semestre e esperamos que todos que est\u00e3o lendo esta mat\u00e9ria possam curtir nosso som ao vivo.\u00a0<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quais dicas voc\u00ea daria pra galera que tem banda e n\u00e3o sabe por onde come\u00e7ar a arquitetar um projeto como a grava\u00e7\u00e3o de um primeiro CD?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Primeiro, acho essencial que se defina o estilo. \u00c9 muito importante que as m\u00fasicas tenham unidade. Outra dica \u00e9 saber exatamente como voc\u00ea gostaria que seu CD soasse. Pegue muitas refer\u00eancias e defina seu som. Saiba que timbres de guitarra te agradam, caixas de bateria, planos de voz, reverbs, etc. Em resumo, tenha muita refer\u00eancia para evitar que soe anos 60, se voc\u00ea quer soar anos 80 por exemplo.<\/em><br \/>\n<em>Fa\u00e7a uma pr\u00e9-produ\u00e7\u00e3o e finalmente escolha um bom produtor e um bom est\u00fadio. O resto acontece como consequ\u00eancia!<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span class=\"Apple-style-span\"><strong>O que \u00e9 mais gratificante nessa vida de m\u00fasico, na sua opini\u00e3o?<\/strong><\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Saber que nossas m\u00fasicas fazem de alguma forma parte da vida das pessoas, marcam momentos, influenciam musicalmente e at\u00e9 mesmo incentivam novos m\u00fasicos.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Deixe uma mensagem para os leitores do GuitarExperience.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Ficamos muito felizes em dividir as hist\u00f3rias da Plexiheads com voc\u00eas. \u201cLet Me Show You Something\u201d \u00e9 s\u00f3 o in\u00edcio do que esperamos ser um trabalho com muitas m\u00fasicas novas e muitos shows pelo Brasil e at\u00e9 no exterior !\u00a0<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Agradecemos tamb\u00e9m o apoio das marcas: Gibson Guitar, Orange Amps, Ernie Ball Strings &amp; Things, Pearl Drums e Zildjian.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Confira tamb\u00e9m<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a title=\"Sound Cloud\" href=\"https:\/\/soundcloud.com\/plexiheads\" target=\"_blank\">\u00a0https:\/\/soundcloud.com\/plexiheads<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a title=\"facebook\" href=\"https:\/\/www.facebook.com\/Plexiheads\" target=\"_blank\">https:\/\/www.facebook.com\/Plexiheads<\/a><\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ter no seu primeiro trabalho gravado um punhado de \u201cRiffs\u201d bacanas, solos bem feitos, boas melodias, e participa\u00e7\u00f5es mais que<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on get_the_excerpt --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on get_the_excerpt --><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":342,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[2],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/guitarexperience.com.br\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/341"}],"collection":[{"href":"http:\/\/guitarexperience.com.br\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/guitarexperience.com.br\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/guitarexperience.com.br\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/guitarexperience.com.br\/wp\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=341"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/guitarexperience.com.br\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/341\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":343,"href":"http:\/\/guitarexperience.com.br\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/341\/revisions\/343"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/guitarexperience.com.br\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/342"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/guitarexperience.com.br\/wp\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=341"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/guitarexperience.com.br\/wp\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=341"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/guitarexperience.com.br\/wp\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=341"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}